1. Problema no campo
O granizo não atinge a exploração de forma uniforme. Num olival no Alentejo ou numa vinha no Douro, há parcelas com copa danificada e outras quase intactas. Percorrer tudo a pé demora dias; enquanto isso, feridas abertas aumentam risco fitossanitário.
Decisão técnica
Cartografar o dano antes de aplicar qualquer produto: que talhões, que intensidade, que culturas. Base para peritagem, tratamentos e comunicação com a cooperativa.
2. O que o drone acrescenta
- →Voo de reconhecimento no dia seguinte à tempestade.
- →Imagens RGB e mapas de vigor para comparar zonas afetadas e sãs.
- →Revisão de acessos e caminhos impraticáveis após chuva intensa.
- →Documentação com coordenadas para o caderno de campo.
O EAVision J150 com LiDAR e radar 4D serve para inspeção e para aplicações posteriores em copas irregulares.
3. Monitorização e operação
OpticAgro compara NDVI antes e depois do episódio. O remolque Agro-Station mantém baterias e caldo no talhão durante campanhas de recuperação concentradas.
Perguntas frequentes
O drone substitui o perito?
Não. Complementa com documentação e acelera decisões técnicas.
Funciona em olival de encosta?
Sim. É um dos cenários onde a inspeção aérea mais valor acrescenta.
Se quiser melhorar a capacidade de revisão da sua exploração após tempestades, a Elisur Agrotech integra drones, monitorização e documentação em operação real em Portugal.

