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Guia técnica · Elisur Agrotech

Drone para inspeção pós-tempestade: do dano visível à decisão técnica no campo

Após granizo ou trovoada seca, o produtor português precisa de respostas rápidas. O drone não substitui o perito, mas permite rever dezenas de hectares no mesmo dia, documentar danos com imagens georreferenciadas e priorizar tratamentos no olival, vinha ou fruticultura.

Inspeção pós-tempestade com drone agrícola em Portugal

1. Problema no campo

O granizo não atinge a exploração de forma uniforme. Num olival no Alentejo ou numa vinha no Douro, há parcelas com copa danificada e outras quase intactas. Percorrer tudo a pé demora dias; enquanto isso, feridas abertas aumentam risco fitossanitário.

Decisão técnica

Cartografar o dano antes de aplicar qualquer produto: que talhões, que intensidade, que culturas. Base para peritagem, tratamentos e comunicação com a cooperativa.

2. O que o drone acrescenta

  • Voo de reconhecimento no dia seguinte à tempestade.
  • Imagens RGB e mapas de vigor para comparar zonas afetadas e sãs.
  • Revisão de acessos e caminhos impraticáveis após chuva intensa.
  • Documentação com coordenadas para o caderno de campo.

O EAVision J150 com LiDAR e radar 4D serve para inspeção e para aplicações posteriores em copas irregulares.

3. Monitorização e operação

OpticAgro compara NDVI antes e depois do episódio. O remolque Agro-Station mantém baterias e caldo no talhão durante campanhas de recuperação concentradas.

Perguntas frequentes

O drone substitui o perito?

Não. Complementa com documentação e acelera decisões técnicas.

Funciona em olival de encosta?

Sim. É um dos cenários onde a inspeção aérea mais valor acrescenta.

Se quiser melhorar a capacidade de revisão da sua exploração após tempestades, a Elisur Agrotech integra drones, monitorização e documentação em operação real em Portugal.